quarta-feira, 26 de julho de 2023

quarta-feira, 12 de julho de 2023

Escritor do mês | julho

 Fredik Backman

(1981/…)

Fredrik Backman nasceu em 1981, na Suécia. Foi colunista e blogger antes de se aventurar como romancista. Estreou-se em 2012 com o fenómeno mundial Um Homem Chamado Ove. 

Bem-humorados, comoventes e astutos, os romances de Fredrik Backman são uma odisseia pelas vidas de homens e mulheres comuns. 

Escreveu até agora sete romances, duas novelas e um livro de não ficção sobre paternidade. Os seus livros já venderam mais de 19 milhões de exemplares e estão traduzidos em 46 línguas. 

Contam também com várias adaptações ao grande e pequeno ecrã, entre elas Um Homem Chamado Ove, Beartown e Gente Ansiosa


BIBLIOGRAFIA

Um homem chamado Ove (2016), Britt-Marie esteve aqui (2019), Beartown (2021), Gente ansiosa (2022), A minha avó pede desculpa (2022), Nós contra o mundo (2023).


«Uma história inspiradora, otimista e divertida sobre como a bondade, o amor e a felicidade podem ser encontrados onde menos se espera.»

Sunday Express







Engraçado e comovente, perspicaz e humano, Britt-Marie esteve aqui celebra as amizades inesperadas que nos mudam para sempre e o poder do mais gentil dos espíritos, para tornar o mundo um lugar melhor. 







«Backman lança um olhar sério e solene sobre as formas como a alienação e a aceitação, a ética e as emoções quase destroem uma pequena cidade e os seus jovens.»

Booklist






Com um sentido de humor excecional, que cativou milhões de leitores em todo o mundo, e personagens tão imperfeitas quanto tocantes, Fredrik Backman volta a surpreender com esta história sobre gente idiota e ansiosa e os laços invisíveis que (n)os unem.



«Quando começar a leitura de A minha avó pede desculpa, tenha à mão uns quantos lenços de papel, mas também o seu sentido de humor. Este é esse tipo de livro – se não o ler, nunca se perdoará.»

Business Insider




«Os romances de Backman apelam ao grande público, e por boas razões. Nós contra os Outros lança um olhar lírico sobre como as comunidades se refazem e as famílias se restabelecem, e sobre crescimento individual.»

The Washington Post

segunda-feira, 10 de julho de 2023

O Leituras sugere...

 



...para julho


As minhas férias são ecológicas

Sylvie Baussier


Como preparar as férias sem desperdiçar? Quais são os meios de transporte ecológicos? O meu local de férias é ecológico? Quem põe a natureza em perigo? Um livro lúdico que aborda o conceito de férias ecológicas para aprender a respeitar a natureza.


Este livro está disponível na Biblioteca para empréstimo.

sexta-feira, 7 de julho de 2023

Trabalhos de casa para as férias

Já todos tinham arrumado os lápis e os cadernos. Na sala era já difícil controlar o bulício. Afinal, aquele era o último dia de aulas do segundo período.

A Professora pediu que fizessem silêncio e voltassem a abrir os cadernos, pois ainda não tinha marcado os trabalhos para férias...

Os meninos olharam-na boquiabertos! Trabalhos de casa?! Mas...ela nunca marcava trabalhos de casa, porque se teria lembrado agora?

A Professora sorriu enquanto tirava da pasta a lista de trabalhos e ordenava que escrevessem:

  • Apanhar estrelas.

  • Voar nas asas do vento.
  • Ler um bom livro.
  • Dançar ao som do canto dos pássaros.
  • Respirar os cheiros do sol, das flores, da chuva...
  • Beber o azul do mar, calçar sapatos de areia...
  • Não esquecer ainda de andar nas nuvens e de tomar banhos de lua...
Experimentem e registem tudo, disse.

A matéria é de extrema importância para os exames que se avizinham.

Das caras dos meninos saíram os sorrisos mais luminosos. Finalmente entendiam o que a Professora queria dizer.

Teresa B.V.


terça-feira, 13 de junho de 2023

Escritor do mês | junho

 Gonçalo Cadilhe

(1968/…)


«Não sei, digo sempre quando me perguntam como nasceu em mim o gosto pela viagem. Talvez pela infância na Figueira da Foz, uma cidade de horizontes abertos. Talvez pelos escuteiros, que deram alternativa melhor ao conforto do lar. Talvez pelo surf, que me abriu a uma nova dimensão do espaço, amniótico, infinito. Talvez pela primeira viagem, que obrigou a sonhar com a segunda. Não sei, digo sempre quando me perguntam.

E acrescento: não é uma pergunta. O que merecia ser perguntado é, a quem não gosta de viajar: como é que não nasceu em si o gosto pela viagem? Quem não gosta de viajar? Viajar é alegria, é plenitude. E como todas as coisas boas da vida, essa alegria, essa plenitude, merecem ser partilhadas.

Nesse sentido, cada reportagem que assino, cada livro que escrevo, cada documentário que realizo, toda a minha actividade profissional é sentida como uma partilha.»

Gonçalo Cadilhe 

Gonçalo Cadilhe nasceu na Figueira da Foz em 1968, cidade onde cresceu e que mantém como residência. Licenciou-se em Gestão de Empresas na Universidade Católica do Porto, em setembro de 1992, fazendo parte da primeira "fornada" de licenciados deste curso. Durante os anos da Universidade frequentou também a Escola de Jazz do Porto. Depois de uma breve passagem pelo mundo da Gestão de Empresas, em abril de 1993 começou a viajar e a escrever sobre viagens de forma profissional. Tem vários livros publicados e assinou três documentários de viagens para a RTP2. Organiza e acompanha mini-tours pelo globo em colaboração com a agência PLV.

Gonçalo Cadilhe publicou a sua primeira reportagem de viagens, dedicada ao México, no número de fevereiro de 1992 da extinta revista Grande Reportagem, dirigida por Miguel Sousa Tavares.

Nos primeiros anos da sua carreira de viajante profissional, para complementar financeiramente as receitas das esporádicas colaborações em algumas revistas portuguesas, extremamente mal pagas como seria de esperar, exerceu também as seguintes atividades: músico da banda de Claudia Pastorino no night-club "Sapore di Mare", Rapallo, Riviera Italiana (primavera-verão 93); vindimador no Médoc (Chateau Lynch-Bages) e em Savternes (Chateau Suduiraui) (outono 93); operário não qualificado no estaleiro de iates Saint-Germain, em Lavagna, Itália (inverno 94); responsável pelas reservas hoteleiras na estância de ski de Madonna de Campíglio, Alpes Dolomites, (inverno 94-95); empregado de mesa no famoso restaurante "Puny', em Portofino, Itália (primavera-verão 95).

A partir de 1996 dedica-se exclusivamente ao jornalismo de viagens. Ao longo destes anos colaborou, para além da já referida "Grande Reportagem", com o "Independente", com a "Elle", com a "Epicur', com o "Blitz", com o "Expresso" e com o programa da manhã da Antena 1. Escreveu crónicas regulares no suplemento da Visão "Vida e Viagens" e na "Surf Portugal”.

BIBLIOGRAFIA

A Felicidade no Fim do Mundo (2022); Sinal de GPS Perdido (2021); Por Este Reino Acima (2020); O Esplendor do Mundo (2017); Nos passos de Santo António : uma viagem medieval (2016); O mundo é fácil : aprenda a viajar com Gonçalo Cadilhe (2015); Um dia na Terra : fotografias do quotidiano do planeta (2014); Passagem para o horizonte (2014); Um lugar dentro de nós (2012); Caderno do Viajante (2011); Encontros Marcados (2011); O Mundo é Fácil (2010); Um km de Cada Vez (2009); Tournée (2008); Nos Passos de Magalhães (2008); África Acima (2007); A Lua Pode Esperar (2006); No princípio estava o mar: surf, viagens e outras inquietudes (2005); Planisfério Pessoal (2005).


Viajar pelo mundo e escrever sobre ele é a minha profissão. Sou um trabalhador dedicado e assíduo e em vinte anos nunca faltei um dia ao emprego. Tenho mais de 40 anos e amo Portugal — de preferência de longe e explicado a estrangeiros. Acredito no comboio, na bicicleta, no barco, na conversa, no copo de vinho e em outros meios de transporte que levam longe, mas não têm pressa de chegar.

Nasci e cresci na figueira da Foz, onde ainda hoje vivo com a minha mulher e o meu filho. Dito desta maneira, parece que nunca saí da minha cidade. Não é verdade, mas mesmo que fosse, bastavam algumas das reflexões que deixo neste livro para que me sentisse plenamente feliz com as viagens que nunca fiz.

In "Um Lugar Dentro de Nós" (julho 2012) 


Tenho mais de 40 anos e poucas certezas na vida — como tal, gosto de questionar tudo o que me parece seguro e adquirido. Também por isso viajo: dá-me distância e perspetiva para relativizar todas essas coisas, que se dizem, do género, "a comida portuguesa é a melhor do mundo" ou "Deus escreve direito por linhas tortas”. Este não é o meu primeiro livro, nem de perto nem de longe. Talvez por isso insista tanto em desmitificar o glamour da viagem e a ideia romântica que se tem do viajante.

In “Passagem para o Horizonte” (julho 2014)



quarta-feira, 7 de junho de 2023

O Leituras sugere...

 



...para junho


A melhor forma

Naomi James

Esta é a história absolutamente irresistível de um triângulo que está à procura do seu lugar no mundo.

Pois é. O triângulo sente-se sozinho. Não conhece mais nenhum igual a ele... Além disso, acha que ninguém quer brincar com ele, porque não se encaixa nas outras formas. Porém, os círculos, os quadrados, os hexágonos e as estrelas demonstram-lhe o contrário. Juntos, descobrem novos jogos e possibilidades de brincar. O triângulo é a única forma que consegue encaixar-se em todas as formas. Ele é… a forma perfeita.

Este é um livro com um estilo gráfico elegante, afetuoso e com uma mensagem muito importante sobre diversidade, interação e integração de pessoas de culturas e aspetos diferentes.

As crianças vão adorar os diferentes padrões e desenhos, enquanto aprendem que a singularidade não é um problema e que quanto maior a variedade, melhor.

Este livro está disponível na Biblioteca para empréstimo.

quinta-feira, 1 de junho de 2023

quarta-feira, 17 de maio de 2023

sexta-feira, 5 de maio de 2023

Dia da Mãe | 7 de maio

 

Mãe descobri que o tempo pára
E o mundo não separa o meu coração do teu
Eu sei que essa coisa rara
Aumenta, desassossega mas pára
Quando o teu tempo é o meu

Mãe canta com vaidade
Porque já tenho idade
Pra saber
Que em verdade em cada verso teu
Onde tu estás estou eu

Mãe contigo o tempo pára
Nosso amor é coisa rara
E cuidas de um beijo meu
Sei que em cada gesto teu
Está teu coração no meu

Mãe canta com vaidade
Porque já tenho idade
Pra saber
Que em verdade em cada verso teu
Onde tu estás estou eu

Se pudesse mandar no mundo
Parar o tempo à minha vontade
Pintava teu coração com as cores da felicidade
Em cada gesto teu
Está teu coração no meu

Mãe canta com vaidade
Porque já tenho idade
Pra saber
Que em verdade em cada verso teu
Mãe...
A nossa espera valeu

- 

Letra: Martim Nunes Ferreira
Música: Miguel Correia

Neste dia, sugerimos que partilhe leituras e que sejam bons momentos em família!


Brown, James ; Com a mamã. Porto Editora , 2017. 





Ross, Tony - Quero a minha mãe!. Zero a Oito, 2018. 





Magalhães, Álvaro ; O Estranhão - socorro, a minha mãe está avariada!. Porto Editora , 2015. 






Sá, Eduardo - Querida mãe!. Lua de Papel, 2016. 







Cabral, Helena Sacadura, - O que aprendi com a minha mãe. Objectiva, 2014.






Neill, Fiona, A vida secreta de uma mãe desleixada. Oficina do Livro, 2009.










Boas Leituras!

O Leituras sugere...

 



...para maio


Coisas de mãe

Sílvia Teles


"Num tempo em que não há caminhos feitos, todos podem andar por todo o lado e comer maçãs com cheiro de maçã!

Uma mãe adormece a filha com uma canção e histórias vindas dos montes do Norte com cheiro a pão de forno e cores de lantejoulas de ciganas… Era uma vez… Uma formiga chamada Matilde farta de seguir o carreiro e com um sonho: deitar-se de barriga para o Sol e não pensar no Inverno, nem sequer no dia de amanhã!

- E depois?

Depois a mãe continua a contar. A menina ri! E, todas as noites, adormece no meio de um abraço ao som do canto da mãe que espanta o medo dos lobos."


Livro recomendado para o 4º ano de escolaridade, destinado a leitura autónoma.

Este livro está disponível na Biblioteca para empréstimo.