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quarta-feira, 25 de maio de 2016
Feira do Livro 2016
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Feira do Livro 2016
Programação mensal | maio
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Programação mensal
segunda-feira, 23 de maio de 2016
AVISO
Informamos os nossos utentes e demais interessados que, a partir do dia 23 de maio, os nossos serviços passam a funcionar no edifício do Museu A LORD, Rua Ribeiro da Silva, Lordelo, no horário habitual:
9.00h -12h30m;13h30m -18.00h.
Esperamos a vossa visita!
terça-feira, 3 de maio de 2016
Encontro com Rosário Castanheira
No mês de abril, para celebrar o Dia do Livro
Infantil, recebemos a visita de Rosário Castanheira, autora do livro Fugas de Mel com o qual esta educadora se
inicia na escrita infantil.
O encontro estava marcado para as 10h com os alunos do
1º ciclo dos Centros Escolares nº1 e nº2 de Lordelo.
A autora falou do seu livro que,
através de uma história que se desenrola à volta de uma colmeia, ressalta a
importância do mel na nossa alimentação. Os meninos, curiosos e atentos,
seguiram as personagens da história, apresentadas de forma dinâmica e cativante
pela escritora.
Num segundo momento e no sentido de
uma maior sensibilização para este tema, as crianças contactaram com um apicultor
convidado que, acompanhado de uma colmeia, explicou a vida das abelhas e o
processo de produção do mel.
Entusiasmados com as informações
colhidas, os meninos partiram levando consigo a história da escritora, nos
livros oferecidos pela Biblioteca.
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Programação mensal
segunda-feira, 2 de maio de 2016
Quatro Poemas
1.
Para quê, perguntou ele, para que
servem
Os poetas em tempo de indigência?
Dois séculos corridos sobre a hora
Em que foi escrita esta meia linha,
Não a hora do anjo, não: a hora
Em que o luar, no monte emudecido,
Fulgurou tão desesperadamente
Que uma antiga substância, essa beleza
Que podia tocar-se num recesso
Da poeirenta estrada, no terror
Das cadelas nocturnas, na contínua
Perturbação, morada da alegria;
Os poetas em tempo de indigência?
Dois séculos corridos sobre a hora
Em que foi escrita esta meia linha,
Não a hora do anjo, não: a hora
Em que o luar, no monte emudecido,
Fulgurou tão desesperadamente
Que uma antiga substância, essa beleza
Que podia tocar-se num recesso
Da poeirenta estrada, no terror
Das cadelas nocturnas, na contínua
Perturbação, morada da alegria;
2.
Essa beleza que era também espanto
Pelo dom da palavra e pelo seu uso
Que erguia e abatia, levantava
E abatia outra vez, deixando sempre
Um rasto extraordinário. Sim, a hora,
Dois séculos antes, em que uma ausência
E o seu grande silêncio cintilaram
Sobre a mão do poeta, em despedida.
Pelo dom da palavra e pelo seu uso
Que erguia e abatia, levantava
E abatia outra vez, deixando sempre
Um rasto extraordinário. Sim, a hora,
Dois séculos antes, em que uma ausência
E o seu grande silêncio cintilaram
Sobre a mão do poeta, em despedida.
7.
Nós, os ateus, nós, os monoteístas,
Nós, os que reduzimos a beleza
A pequenas tarefas, nós, os pobres
Adornados, os pobres confortáveis,
Os que a si mesmos se vigarizavam
Olhando para cima, para as torres,
Supondo que as podiam habitar,
Glória das águias que nem águias tem,
Sofremos, sim, de idêntica indigência,
Da ruína da Grécia.
Nós, os que reduzimos a beleza
A pequenas tarefas, nós, os pobres
Adornados, os pobres confortáveis,
Os que a si mesmos se vigarizavam
Olhando para cima, para as torres,
Supondo que as podiam habitar,
Glória das águias que nem águias tem,
Sofremos, sim, de idêntica indigência,
Da ruína da Grécia.
23.
A terceira miséria é esta, a de
hoje.
A de quem já não ouve nem pergunta.
A de quem não recorda. E, ao contrário
Do orgulhoso Péricles, se torna
Num entre os mais, num entre os que se entregam,
Nos que vão misturar-se como um líquido
Num líquido maior, perdida a forma,
Desfeita em pó a estátua.
A de quem já não ouve nem pergunta.
A de quem não recorda. E, ao contrário
Do orgulhoso Péricles, se torna
Num entre os mais, num entre os que se entregam,
Nos que vão misturar-se como um líquido
Num líquido maior, perdida a forma,
Desfeita em pó a estátua.
[Hélia Correia, in A Terceira Miséria,
Relógio d’Água, 2012]
O Leituras sugere...
...para maio
Trincas - O Monstro dos Livros
Emma Yarlett
TRINCAS, o MONSTRO devorador de
livros, trincou tanto que saiu do seu próprio livro, e agora está a provocar o
caos em histórias bem conhecidas.
Este monstrinho é um grande malandro!
O que será?! Só lendo, descobrirás!
E não é que ele decidiu fugir? E agora? Vamos
procurá-lo! Precisamos de o encontrar!
CUIDADO! Protege os teus livros!
Uma história muito
engraçada que vais adorar!
Requisita-a na nesta
Biblioteca.
Faixa
etária: dos 3 aos 6 anos
sexta-feira, 29 de abril de 2016
Dia da Mãe
terça-feira, 26 de abril de 2016
O DIA DA LIBERDADE | 25 de abril
Este dia é um canteiro
com flores de todo o ano
e veleiros lá ao largo
navegando a todo o pano.
E assim se lembra outro dia febril
que em tempos mudou a história
numa madrugada de abril,
quando os meninos de hoje
ainda não tinham nascido
e a nossa liberdade
era um fruto prometido,
tantas vezes proibido,
que tinha o sabor secreto
da esperança e do afeto
e dos amigos todos juntos
debaixo do mesmo teto.
José Jorge Letria, O livro dos dias
DIA MUNDIAL DO LIVRO | 23 de abril
Abre-se o livro
em qualquer página
e cabe nele um dia ou um ano,
cabe nele a sabedoria,
o romance e a poesia,
cabe nele o conhecimento;
e a luz que vem do pensamento;
cabe nele tudo o que somos,
desde que gostemos de ler,
porque ler é aprender,
sendo também liberdade e prazer;
cabe nele o mundo inteiro,
escrito em computador
ou com a tinta de um tinteiro,
e de tudo isso falará neste dia
o leitor verdadeiro,
que do livro, por ser livre,
será sempre amigo e companheiro.
José Jorge Letria, O livro dos dias
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Efemérides,
Um Poema...
quinta-feira, 14 de abril de 2016
Dia Mundial do Livro | 23 abril 2016
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Dia Mundial do Livro
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