CATÁLOGO ONLINE
terça-feira, 12 de agosto de 2014
Escritor do mês | agosto
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Escritor do Mês,
Programação mensal
terça-feira, 5 de agosto de 2014
Exposições
Os nossos escritores
os destaques de 2013 da Biblioteca da fundação a lord
Átrio da Cooperativa e Fundação A LORD
Inspirar, expirar – vamos
conhecer o ar!
Até 29 de agosto
Biblioteca da fundação a lord
Visite-nos
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O Leituras sugere...
...para agosto
Big Nate numa classe à parte
Lincoln Peirce
Nate considera-se genial e, por isso, destinado a grandes coisas…!
(Ei, olha o Nate! Todos sabem que está destinado à grandeza!)
Ele sabe que é o melhor - foi um bolinho da sorte que lhe disse! (Hoje vais superar todos os outros) - mas não escapa a alguns problemas que vão surgindo na sua vida.
Os fãs da hilariante série "Diário de Um Banana" vão gostar de Big Nate, o recordista do mundo em travessuras e que não é DE TODO o menino dos professores.
a partir dos 9 anos
Um poema...
É proibido chorar sem aprender,
Levantar-se um dia sem saber o que fazer,
Ter medo de suas lembranças.
É proibido não rir dos problemas,
Não lutar pelo que se quer,
Abandonar tudo por medo.
Não transformar sonhos em realidade.
É proibido não demonstrar amor,
Fazer com que alguém pague por tuas dúvidas e mau-humor.
É proibido deixar os amigos
Não tentar compreender o que viveram juntos,
Chamá-los somente quando necessita deles.
É proibido não ser você mesmo diante das pessoas,
Fingir que elas não te importam.
Ser gentil só para que se lembrem de você,
Esquecer aqueles que gostam de você.
É proibido não fazer as coisas por si mesmo,
Não crer em Deus e fazer seu destino.
Ter medo da vida e de seus compromissos,
Não viver cada dia como se fosse um último suspiro.
É proibido sentir saudades de alguém sem se alegrar,
Esquecer seus olhos, seu sorriso, só porque seus caminhos se
desencontraram,
Esquecer seu passado e pagá-lo com seu presente.
É proibido não tentar compreender as pessoas,
Pensar que as vidas deles valem mais que a sua,
Não saber que cada um tem seu caminho e sua sorte.
É proibido não criar sua história,
Deixar de dar graças a Deus por sua vida,
Não ter um momento para quem necessita de você,
Não compreender que o que a vida te dá, também te tira.
É proibido não buscar a felicidade,
Não viver sua vida com uma atitude positiva,
Não pensar que podemos ser melhores,
Não sentir que sem você este mundo não seria igual.
segunda-feira, 7 de julho de 2014
A propósito da leitura...
Um poema...
AS COISAS SIMPLES
(Sobre pinturas de Nuno de San Payo)
Gosto das coisas sólidas. Sem brilho.
Coisas de linho ou de pedra
desmesuradamente agarradas ao chão.
Gosto das coisas brancas
lavadas pelo ar fresco da manhã
e varridas pela memória recente
da espuma, do sal ou da gaivota.
Coisas simples e serenas:
o pão quente e farto, o café tomado em família,
as meninas chilreando sobre a relva
ao sol da primavera.
Gosto da música suave que,
quase sem de si nos dar presença,
se desprende levemente
de uma flor irrepetível.
Gosto dos pequenos gestos,
os simples, tranquilos e altivos gestos.
Gosto de saber que essa altivez
transporta um incêndio discreto,
um canto de alaúde, um perfume de alfazema.
Gosto das coisas simples, sólidas serenas:
um momento de obscura comoção, um resto de luz
a estender-se na mesa,
a folha de jornal já lido que se desprende e vai
na desmedida ambição
de se tornar borboleta.
José Fanha, in "Marinheiro de outras luas"
(Sobre pinturas de Nuno de San Payo)
Gosto das coisas sólidas. Sem brilho.
Coisas de linho ou de pedra
desmesuradamente agarradas ao chão.Gosto das coisas brancas
lavadas pelo ar fresco da manhã
e varridas pela memória recente
da espuma, do sal ou da gaivota.
Coisas simples e serenas:
o pão quente e farto, o café tomado em família,
as meninas chilreando sobre a relva
ao sol da primavera.
Gosto da música suave que,
quase sem de si nos dar presença,
se desprende levemente
de uma flor irrepetível.
Gosto dos pequenos gestos,
os simples, tranquilos e altivos gestos.
Gosto de saber que essa altivez
transporta um incêndio discreto,
um canto de alaúde, um perfume de alfazema. Gosto das coisas simples, sólidas serenas:
um momento de obscura comoção, um resto de luz
a estender-se na mesa,
a folha de jornal já lido que se desprende e vai
na desmedida ambição
de se tornar borboleta.
José Fanha, in "Marinheiro de outras luas"
quinta-feira, 3 de julho de 2014
O Leituras sugere...
...para julho
O Dia em que o Mar Desapareceu
José Fanha
Maria João Gromicho
Esta é uma história com preocupações de educação
ecológica e ambiental que conta o mau comportamento de uma horrorosa família de
pássaros bisnaus que sujam a praia e o mar e fazem com que o mar fique triste e
desapareça. No final, o mar salva-se da poluição e volta a ser o maravilhoso
mar que todos conhecemos.
Nesta época em que o calor convida a um mergulho
no mar, não esqueçamos que o seu belo azul também depende de nós.
Livro recomendado pelo
Plano Nacional de Leitura
Faixa etária: a partir dos 6
anos
Escritor do mês | julho
quinta-feira, 26 de junho de 2014
A propósito da leitura...
sexta-feira, 20 de junho de 2014
VISITA CULTURAL
Numa
iniciativa da Biblioteca e sob o lema Conhecer
melhor o Porto, realizou-se mais uma visita cultural, tendo como destino o Jardim Botânico e a Casa Museu Marta Ortigão Sampaio.
Numa
manhã que se anunciava chuvosa mas que não quis desiludir os participantes
nesta visita, o sol iluminou o Jardim
Botânico do Porto.
Este
jardim oferece aos visitantes um conjunto de espécies raras, nomeadamente
espécies exóticas. É ainda representativo das quintas de recreio do Porto
oitocentista e é também um espaço literário. Ele é um lugar de referência na
vida e na obra dos escritores Sophia de Mello Breyner Andresen e Ruben A.
Após
uma pausa para almoço e um retemperador passeio à beira mar, na Foz do Porto,
seguiu-se a visita a um dos espaços que integram o património museológico da Câmara
Municipal do Porto.
A
Casa Museu Marta Ortigão Sampaio apresenta as coleções herdadas e reunidas por
Marta Ortigão Sampaio ao longo do século XX e legadas à Câmara Municipal do
Porto em 1978.
Evoca
os ambientes da grande burguesia portuense de meados do século XX, destacando-se
os espólios das pintoras Aurélia de Sousa e Sofia de Sousa e a coleção de joias
da doadora.
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Visitas culturais
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