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sexta-feira, 3 de maio de 2013
Programação Mensal | maio
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terça-feira, 30 de abril de 2013
Dia Mundial do Livro 2013
A Biblioteca da Fundação A LORD comemorou, mais uma vez, esta efeméride, no passado dia 20 de abril, com uma sessão no Auditório.
A saudação a todos os presentes foi feita com a leitura do conto Destinos de Miguel Torga, tendo contado com a colaboração das jovens Gisela Ferreira e Cátia Lopes, alunas da Escola Básica e Secundária De Lordelo.
Seguiu-se a atuação do grupo de jovens atores LORDator que apresentou a dramatização do texto A ambição cerra o coração, proporcionando momentos de boa disposição.
Depois das palavras de saudação do Presidente da Fundação A LORD, Dr. Francisco Leal, e como vem sendo hábito, procedeu-se à entrega dos Prémios de Mérito que A Fundação A LORD atribuiu aos melhores alunos do Agrupamento de Escolas de Lordelo, no ano letivo 2011/2012, de acordo com a sua ação em prol do desenvolvimento sociocultural de Lordelo.
Alunos premiados:
Nomes
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Ano
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Rui Pedro Pacheco Ribeiro
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4º Ano
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Catarina Ferreira Gonçalves Nunes
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5º Ano
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Beatriz Nogueira Barbosa
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5º Ano
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Ana Isabel Carneiro Neto
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6º Ano
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Patrícia Alexandra França Dias
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7º Ano
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Luís Filipe Ferreira Fernandes
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8º Ano
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Catarina Andreia de Sousa Ribeiro Silva
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9º Ano
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Pedro Castelo Santos Ferreira
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9º Ano
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Rui Jorge Barbosa Lopes
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10º Ano
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Marta Sofia Cruz Brito
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11º Ano
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Tiago Filipe Carneiro Ribeiro
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12º Ano
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Todos receberam um diploma e um cheque-prenda.
A terminar a sessão, os presentes foram convidados a folhear e comprar livros a preços convidativos, na mostra patente no átrio do Auditório.
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segunda-feira, 22 de abril de 2013
quarta-feira, 17 de abril de 2013
Dia Mundial do Livro 2013
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Cada mês com seus provérbios | abril
Abril frio e molhado, enche o celeiro e farta o gado.
Abril, Abril, está cheio o covil.
Em Abril águas mil.
Em Abril queima a velha o carro e o carril.
Em Abril, cada pulga dá mil.
Em Abril, lavra as altas, mesmo com água pelo machil.
Em Abril, vai onde deves ir, mas volta ao teu covil.
Inverno de Março e seca de Abril, deixam o lavrador a pedir.
Não há mês mais irritado do que Abril zangado.
No princípio ou no fim, costuma Abril a ser ruim.
Quando vem Março ventoso, Abril sai chuvoso.
Quem em Abril não varre a eira e em Maio não rega a leira, anda todo o ano em canseira.
Uma água de Maio e três de Abril valem por mil.
Abril, Abril, está cheio o covil.
Em Abril águas mil.
Em Abril queima a velha o carro e o carril.
Em Abril, cada pulga dá mil.
Em Abril, lavra as altas, mesmo com água pelo machil.
Em Abril, vai onde deves ir, mas volta ao teu covil.
Inverno de Março e seca de Abril, deixam o lavrador a pedir.
Não há mês mais irritado do que Abril zangado.
No princípio ou no fim, costuma Abril a ser ruim.
Quando vem Março ventoso, Abril sai chuvoso.
Quem em Abril não varre a eira e em Maio não rega a leira, anda todo o ano em canseira.
Uma água de Maio e três de Abril valem por mil.
A água que no Verão há-de regar, em Abril e Maio há-de ficar.
A geada de Março tira o pão do baraço e a de Abril nem ao baraço o deixa ir.
A sardinha de Abril é vê-la e deixá-la ir.
A ti chova todo o ano e a mim Abril e Maio.
A três de Abril o cuco há-de vir e se não vier a oito, está preso ou morto.
Abril chove para os homens e Maio para as bestas.
Abril chuvoso, Maio Ventoso, fazem o ano formoso.
Abril e Maio são as chaves de todo o ano.
Abril frio traz pão e vinho.
Abril mete a ovelha no covil.
Abril molhado, ano abastado.
Abril, abrilete, é o mês do ramalhete.
Abril, águas mil, cabem todas num barril.
Abril, águas mil, coadas por um funil.
Abril, águas mil, quantas mais puderem vir.
Abril, ora chora, ora ri.
Abril, tempo de cuco, de manhã molhado e à tarde enxuto.
Água que no Verão há-de regar, em Abril há-de ficar.
Águas de Abril são moios de milho.
Altas ou baixas, em Abril vêm a Páscoa.
Antes a estopa de Abril, que o linho de Março.
As manhãs de Abril são boas de dormir.
Aveia até Abril está a dormir.
Borreguinho de Abril, tomaras tu mil.
Do grão de rei contai que em Abril não há-de estar nascido nem por semear.
Do pão te hei-de contar, que em Abril não há-de estar nascido, nem por semear.
É próprio do mês de Abril as águas serem mil.
Em Abril a Natureza ri.
Em Abril abre a porta à vaca e deixa-a ir.
Em Abril águas mil que caibam num barril.
Em Abril águas mil, coadas por um funil.
Em Abril águas mil, coadas por um mandil.
Em Abril cada pulga dá mil.
Em Abril corta um cardo, nascerão mais de mil.
Em Abril deita-te a dormir.
Em Abril guarda o teu gado e vai onde tens de ir.
Em Abril pelos favais vereis o mais.
Em Abril queijos mil e em Maio, três ou quatro.
Em Abril queimou a velha, o carro e o carril; e uma cambada que ficou, em Maio a queimou.
sexta-feira, 5 de abril de 2013
Um Poema....
Gota de água
Eu, quando choro,
não choro eu.
Choro aquilo que nos homens
em todo o tempo sofreu.
As lágrimas são as minhas
mas o choro não é meu.
António Gedeão
quinta-feira, 4 de abril de 2013
Escritor do mês | abril
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quarta-feira, 3 de abril de 2013
Programação mensal | abril
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O Leituras sugere....
para abril ...
Romance do 25 de Abril
João Pedro Mésseder
À maneira dos romances populares, o livro de João Pedro Mésseder, Romance do 25 de Abril, ajuda a conhecer e a compreender a revolução de abril.
E se um menino se chamasse Portugal?
Ou então: pode o Portugal do antes do 25 de Abril ser comparado a um menino?
Ora por que não?
Ouçam pois a sua história: como cresceu e sofreu e lutou até, já adulto, para ver realizado um sonho.
E que sonho foi esse? O da liberdade, é claro. Mas imaginou também uma democracia e uma justiça que julgou possíveis no seu país à beira-mar.
Esse país onde hoje o mesmo menino, homem feito agora, continua atento a sonhar com um mundo melhor.
Ou então: pode o Portugal do antes do 25 de Abril ser comparado a um menino?
Ora por que não?
Ouçam pois a sua história: como cresceu e sofreu e lutou até, já adulto, para ver realizado um sonho.
E que sonho foi esse? O da liberdade, é claro. Mas imaginou também uma democracia e uma justiça que julgou possíveis no seu país à beira-mar.
Esse país onde hoje o mesmo menino, homem feito agora, continua atento a sonhar com um mundo melhor.
João Pedro Mésseder, pseudónimo de José António Gomes, escreveu este conto para as crianças, e também, para todos os portugueses que nasceram após a Revolução do 25 de Abril, há 39 anos. «Romance do 25 de Abril» tem ilustrações de Alex Gozblau, em tons de verde e vermelho tal como é a bandeira de Portugal. Este livro apresenta uma parte da História do nosso país “para que a memória não seja apagada e o fascismo não seja branqueado”.
Leiam, pois, a história deste menino em busca da realização do seu sonho - viver em liberdade e ajudar a construir um país mais justo e mais solidário.
A partir dos 6 anos.
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