A Biblioteca da Fundação A LORD tem como principal objectivo contribuir para o desenvolvimento cultural dos indivíduos e dos grupos sociais da comunidade.
É um local de leitura, de consulta de documentos e de recolha de informação.
A Biblioteca da Fundação A LORD assinala esta efeméride com a habitual sessão de entrega de Prémios de Mérito aos melhores alunos do Agrupamento de Escolas de Lordelo, no ano letivo 2010/2011.
Dê-nos o prazer da sua presença e aproveite para comprar livros com preços convidativos, na montra patente no átrio do Auditório.
Auditório I 28 de abril I 15h30m
25 de Abril
38 anos depois, Abril acontece de novo
“Esta é a madrugada que eu esperava O dia inicial inteiro e limpo Onde emergimos da noite e do silêncio E livres habitamos a substância do tempo” Sophia de Mello Breyner Andresen
No dia 18 de abril,em vésperas da celebração de mais um Dia Mundial do Livro, a Biblioteca da Fundação A LORD convidou os alunos do Curso Profissional de Animador Sociocultural, do Agrupamento de Escolas de Lordelo, para visitar uma casa dos livros emblemática da cidade do Porto: a Biblioteca Almeida Garrett.
Recebidos pela Dra. Verónica Magalhães, os jovens puderam visitar as salas de leitura e multimédia e conhecer o funcionamento da secção infanto-juvenil bem como dialogar sobre a dinamização de atividades como a Hora do Conto e o Teatro de Fantoches, informação pertinente para a sua área de formação.
A simpatia da Dra. Verónica e o ambiente acolhedor que nos envolveu fizeram esquecer o mau tempo do exterior que não colaborou na valorização dos magníficos jardins envolventes.
A Biblioteca da Fundação A LORD cumpriu, uma vez mais, o seu objetivo de promover a cultura junto dos habitantes de Lordelo, nomeadamente no apoio ao currículo escolar dos jovens estudantes da cidade.
“Cada fracasso ensina ao homem algo que ele precisava aprender.”
CharlesDickens
Charles John Huffam Dickens(Portsmouth, 7 de Fevereiro de 1812 — Gadshill, Rochester, 9 de Junho de 1870) foi o mais popular dos romancistas da era vitoriana e contribuiu para a introdução da crítica social (as suas obras descrevem os horrores de asilos, orfanatos, escolas e prisões) na literatura de ficção inglesa. A fama dos seus romances e contos pode ser comprovada pelo facto de todos os seus livros continuarem a ser editados. Entre os seus maiores clássicos destacam-se "Oliver Twist", "A Christmas Carol" e "David Copperfield".
Dickens era filho de John Dickens, um funcionário perdulário da armada, e de Elizabeth Barrow. Educado por sua mãe, tomou gosto pelos livros. Durante três anos frequentou uma escola particular. Contudo, o seu pai foi preso por dívidas e, ainda adolescente, Dickens teve que trabalhar numa empresa produtora de graxas para sapatos.
Alguns anos depois, a situação financeira da família melhorou, graças a uma herança recebida pelo pai. Mas sua mãe não permitiu que ele saísse logo da fábrica, o que fez com que Dickens não a perdoasse por isso. As más condições de trabalho da classe operária tornar-se-iam um dos temas recorrentes da sua obra.
Em 1827, Dickens começou a trabalhar num cartório. Em 1832, conseguiu um emprego como repórter no jornal "Morning Chronicle". Passou a publicar crónicas humorísticas sob o pseudónimo de Boz, reunidas mais tarde como "Esboços feitos por Boz". Com isso, Dickens ganhou espaço no jornal para apresentar os capítulos de "As Aventuras do Sr. Pickwick", que estabeleceu o seu nome como escritor.
A 2 de Abril de 1836, Dickens casou- se com Catherine Hogarth, com quem teve dez filhos. Dois anos depois, começou a divulgar, em folhetins semanais, "Oliver Twist" onde, pela primeira vez, apontava os males sociais da era vitoriana.
Em 1838, Dickens escreveu "Vida e Aventura de Nicholas Nickleby", e, depois, "Loja de Antiguidades" (1840), "Barnaby Rudge" (1841) e "Martin Chuzzlewitt" (1843/44.
Em 1843, publicou o seu mais famoso livro de Natal, "A Christmas Carol", ao qual se seguiriam outros, como "The Chimes" (1844), que escreveu durante uma viagem a Génova e "O Grilo da Lareira" (1845). Em 1849 publicou um de seus mais conhecidos romances, "David Copperfield", inspirado em grande parte, na sua própria vida. Aos poucos, a sua obra tornou-se mais crítica em relação às instituições inglesas: "Assim São Dombey e Filho" (1847), "A Casa Sombria" (1852) e "Tempos Difíceis".
Dickens separou-se da sua mulher em 1858. A causa da separação teria sido a atriz Ellen Ternan, que acompanhou o escritor até ao final dos seus dias.
Escreveu, ainda, "História de Duas Cidades" (1859), "Grandes Esperanças" (1861) e "Nosso Amigo Comum" (1864). Nos últimos anos de sua vida, iniciou o livro "O Mistério de Erwin Drood", mas morreu antes de concluí-lo.
O seu corpo foi sepultado na Abadia de Westminster.
Oferecemos aqui três contos em português do Brasil, disponibilizados pela Virtual Books:
Tomas Tranströmer, Prémio Nobel da Literaturade 2011, escreve sobre a morte, a história, a memória e é conhecido pelas suas metáforas. O maior poeta sueco vivo tem uma produção pequena, "não é prolixo", disse no final do anúncio o secretário da Academia, o historiador Peter Englund, embora esteja traduzido em várias línguas. Em Portugal, Tranströmer tem poemas publicados em duas antologias, uma delas chama-se "21 poetas suecos" (Vega,1987).
Tomas Tranströmer, 80 anos, psicólogo de formação, sofreu um AVC em 1990. Por isso perdeu as faculdades motoras e não consegue falar. Vive numa ilha e depois de ter ficado doente publicou três obras.
Sobre a obra de Tranströmer, o poeta e tradutor Vasco Graça Moura sublinhou “a grande força de utilização das imagens, com uma faceta um pouco surrealista”e “a grande força lírica e preocupação social” da sua poesia. Vasco Graça Moura traduziu vários poemas de Tranströmer, entre eles, um sobre Lisboa, “Alfama”, que se encontra na obra "21 poetas suecos".
É um poeta com "uma lírica e um imaginário originalíssimos, que em alguns pormenores, o aproxima dos surrealistas. A sua obra, iniciada em meados dos anos 50, parece ter raízes na poesia Modernista e Expressionista / Surrealista. É bem visível como, ao longo de décadas, ele tem vindo a apurar a linguagem poética com uma genialidade com que poucos são dotados". Em Tranströmer, os poemas "parecem suportados por uma estranha justaposição de forças primevas e contrárias; movimento e mudança, liberdade e controlo do discurso, natureza e influência humana, tudo isto faz parte das suas paisagens poéticas, que se localizam por vezes mais perto do pesadelo do que do sonho.
Mas, talvez, seja a luta entre a terra e o mar um dos seus temas preferidos, particularmente nos poemas que se referem ao Báltico ou às suas ilhas – e são muitos –, à lembrança dos lugares dos Verões da infância, numa tentativa nostálgica de reconstrução da memória.
Nos poemas de Tranströmer, as imagens poéticas abrem, por vezes, portas para estados psicológicos e para interpretações metafísicas, havendo uma espécie de 'ideia religiosa' que aflora em alguns versos.” (José Riço Direitinho,2011)
sexta-feira, 30 de março de 2012
O Leituras sugere.....
Férias com livros
Para chegar a outro mundo,
A qualquer mundo,
Basta abrir uma porta
O limpa-palavras e outros poemas
Álvaro Magalhães
PARA TI que gostas de ler e fazes dos livros bons amigos e companheiros de viagem para outros mundos, a Biblioteca da Fundação A LORD abre-te a porta a um conjunto diversificado de títulos onde encontrarás, seguramente, aquele que vem mesmo ao encontro do teu gosto.
Para isso, dirige-te às nossas instalações provisórias, no edifício da Cooperativa/Fundação A Lord, e solicita um empréstimo domiciliário - o livro vai contigo, para tua casa, por um período de 15 dias.
PARA TIque gostas muito das novas tecnologias, que não dispensas algum tempo livre diante do computador mas que também aprecias ler, aqui vai uma sugestão para leitura integral de livros para quando não tiveres à mão, na tua estante, um livro com uma boa história.
Para tal, clica aquie explora os títulos disponíveis.
E, agora, a nossa sugestão para o mês de abril:
«QUEM QUER A MADRUGADA»
Ilídio Sardoeira
Ilustrações de Manuel De Francesco
“Hoje trago comigo o Sol no bolso.”
Começa assim o primeiro conto desta coletânea. E, de facto, ler os contos aqui reunidos, faz-nos sentir o sol na alma e querer a madrugada porque “(...)o sol não sabe nascer sem que tu chegues. Todas as manhãs chama por mim e me pergunta:-Onde deixaste ontem a madrugada?(...)Seja onde for que ela more trá-la contigo. É urgente. Tenho de saltar pelo seu arco de lume para poder nascer. É o meu brinquedo e o meu ventre.”
Estelivro, que inaugura uma coleção “Memória(s) de Elefante”, da editora Tinta por uma Linha,destinada a editar textos de autores portugueses que escreveram para a infância e juventude, desaparecidos e/ou pouco conhecidos, apresenta oito dos 30 contos que o amarantino Ilídio Sardoeira publicou no jornal O Comércio do Porto entre 1969 e 1976.
"Nunca encontrareis a poesia se não a tiverdes dentro de vós."
Alexander Puschkine
Um Poema
Não tenhas medo, ouve:
É um poema.
Um misto de oração e de feitiço…
Sem qualquer compromisso,
Ouve-o atentamente,
De coração lavado.
Poderás decorá-lo
E rezá-lo
Ao deitar,
Ao levantar,
Ou nas restantes horas de tristeza.
Na segura certeza
De que mal não te faz
E pode acontecer que te dê paz…
Miguel Torga
Original é o poeta
Original é o poeta
que se origina a si mesmo
que numa sílaba é seta
noutro pasmo ou cataclismo
o que se atira ao poema
como se fosse um abismo
e faz um filho às palavras
na cama do romantismo.
Original é o poeta
capaz de escrever um sismo.
Original é o poeta
de origem clara e comum
que sendo de toda a parte
não é de lugar algum.
O que gera a própria arte
na força de ser só um
por todos a quem a sorte faz
devorar um jejum.
Original é o poeta
que de todos for só um.
Original é o poeta
expulso do paraíso
por saber compreender
o que é o choro e o riso;
aquele que desce à rua
bebe copos quebra nozes
e ferra em quem tem juízo
versos brancos e ferozes.
Original é o poeta
que é gato de sete vozes.
Original é o poeta
que chegar ao despudor
de escrever todos os dias
como se fizesse amor.
Esse que despe a poesia
como se fosse uma mulher
e nela emprenha a alegria
de ser um homem qualquer.
Ary dos Santos
Quando julgas que me amas
Se perguntasse em redor O que foi feito de nós Que silêncio meu amor À volta da minha voz
Não é a mim que tu tocas
Quando julgas que me amas Que coisas dizem as bocas Ao fingirmos que me chamas?
Uma só cama no quarto
E dois sonhos separados Meu amor no teu retrato Vejo os meus olhos parados
Não penses que perdoei Só por te abraçar assim Nem vás pensar que chorei: Foi a vidraça por mim
Vesti-me da sua vida
Por dentro da minha pele: Com a ternura assim escondida Não vão dizer que sou dele
E guardo os olhos no lenço Ao passar na sua rua Quem sabe que lhe pertenço? Quem descobre que ando nua?
Ele chega quando eu parto Volto sozinha depois. Só dentro do nosso quarto De repente somos dois
António Lobo Antunes
Reflexão Total
Recolhi as tuas lágrimas na palma da minha mão, e mal que se evaporaram todas as aves cantaram e em bandos esvoaçaram em tomo da minha mão. Em jogos de luz e cor tuas lágrimas deixaram os cristais do teu amor, faces talhadas em dor na palma da minha mão.
António Gedeão
Há palavras que nos beijam
Há palavras que nos beijam Como se tivessem boca. Palavras de amor, de esperança, De imenso amor, de esperança louca.
Palavras nuas que beijas Quando a noite perde o rosto; Palavras que se recusam Aos muros do teu desgosto.
De repente coloridas Entre palavras sem cor, Esperadas inesperadas Como a poesia ou o amor.
(O nome de quem se ama Letra a letra revelado No mármore distraído No papel abandonado)
Palavras que nos transportam Aonde a noite é mais forte, Ao silêncio dos amantes Abraçados contra a morte.
Alexandre O'Neill
Cântico Negro "Vem por aqui" - dizem-me alguns com os olhos doces Estendendo-me os braços, e seguros De que seria bom que eu os ouvisse Quando me dizem: "vem por aqui!" Eu olho-os com olhos lassos, (Há, nos olhos meus, ironias e cansaços) E cruzo os braços, E nunca vou por ali...
A minha glória é esta: Criar desumanidade! Não acompanhar ninguém. - Que eu vivo com o mesmo sem-vontade Com que rasguei o ventre à minha mãe
Não, não vou por aí! Só vou por onde Me levam meus próprios passos...
Se ao que busco saber nenhum de vós responde Por que me repetis: "vem por aqui!"?
Prefiro escorregar nos becos lamacentos, Redemoinhar aos ventos, Como farrapos, arrastar os pés sangrentos, A ir por aí...
Se vim ao mundo, foi Só para desflorar florestas virgens, E desenhar meus próprios pés na areia inexplorada! O mais que faço não vale nada.
Como, pois sereis vós Que me dareis impulsos, ferramentas e coragem Para eu derrubar os meus obstáculos?... Corre, nas vossas veias, sangue velho dos avós, E vós amais o que é fácil! Eu amo o Longe e a Miragem, Amo os abismos, as torrentes, os desertos...
Ide! Tendes estradas, Tendes jardins, tendes canteiros, Tendes pátria, tendes tectos, E tendes regras, e tratados, e filósofos, e sábios... Eu tenho a minha Loucura ! Levanto-a, como um facho, a arder na noite escura, E sinto espuma, e sangue, e cânticos nos lábios...
Deus e o Diabo é que guiam, mais ninguém. Todos tiveram pai, todos tiveram mãe; Mas eu, que nunca principio nem acabo, Nasci do amor que há entre Deus e o Diabo.
Ah, que ninguém me dê piedosas intenções! Ninguém me peça definições! Ninguém me diga: "vem por aqui"! A minha vida é um vendaval que se soltou. É uma onda que se alevantou. É um átomo a mais que se animou... Não sei por onde vou, Não sei para onde vou - Sei que não vou por aí!
José Régio
Autopsicografia
O poeta é um fingidor.
Finge tão completamente
Que chega a fingir que é dor
A dor que deveras sente.
E os que lêem o que escreve,
Na dor lida sentem bem,
Não as duas que ele teve,
Mas só a que eles não têm.
E assim nas calhas de roda
Gira, a entreter a razão,
Esse comboio de corda
Que se chama coração.
Fernando Pessoa
SER POETA
Ser poeta é ser mais alto, é ser maior
Do que os homens! Morder como quem beija!
É ser mendigo e dar como quem seja
Rei do Reino de Aquém e de Além Dor!
É ter de mil desejos o esplendor
E não saber sequer que se deseja!
É ter cá dentro um astro que flameja,
É ter garras e asas de condor!
É ter fome, é ter sede de Infinito!
Por elmo, as manhãs de oiro e cetim…
É condensar o mundo num só grito!
E é amar-te, assim, perdidamente…
É seres alma e sangue e vida em mim
E dizê-lo cantando a toda a gente!
Florbela Espanca
Poesias de Florbela Espanca
1. Amiga 2. De joelhos 3. Sem remédio 4. Fanatismo 5. O meu orgulho 6. Saudades 7. Ódio? 8. Versos de orgulho 9. Rústica 10.A um moribundo
"Canção"
Eugénio Andrade
Se tanto me dói
Se tanto me dói que as coisas passem É porque cada instante em mim foi vivo Na busca de um bem definitivo Em que as coisas de Amor se eternizassem
Sophia de Mello Breyner Andresen
Sísifo
Miguel Torga
E tudo era possível
Ruy Belo
As palavras interditas
Eugénio de Andrade
Poema à boca fechada Não direi: Que o silêncio me sufoca e amordaça. Calado estou, calado ficarei, Pois que a língua que falo é de outra raça.
Palavras consumidas se acumulam, Se represam, cisterna de águas mortas, Ácidas mágoas em limos transformadas, Vaza de fundo em que há raízes tortas.
Não direi: Que nem sequer o esforço de as dizer merecem, Palavras que não digam quanto sei Neste retiro em que me não conhecem.
Nem só lodos se arrastam, nem só lamas, Nem só animais bóiam, mortos, medos, Túrgidos frutos em cachos se entrelaçam No negro poço de onde sobem dedos.
Só direi, Crispadamente recolhido e mudo, Que quem se cala quando me calei Não poderá morrer sem dizer tudo.José Saramago
(In OS POEMAS POSSÍVEIS, Editorial CAMINHO, Lisboa, 1981. 3ª edição)
É um homem sábio o que conhece a seu próprio filho.
(William Shakespeare)
Memória
é de ti que eu falo
hoje quando todos os pássaros emigram do outono para os beirais destruídos quando os olhos cegos de conhecerem as margens se fecham devagar é de ti que eu falo.
lembras-te?
era janeiro e eu vinha como quem desce. a casa tinha janelas azuis e à volta um tempo de febre e canções longínquas.
estávamos sós.
lembras-te?
então o pai atravessa o cais. aí paravam os estios da ilha os ventos do atlântico queimavam os lábios e ele dizia:
cresce filho corre filho
para onde irei para onde?
e ele dizia:
perdidos foram os teus lugares, os caminhos íngremes e os contos de terror, as pedras húmidas onde te sentaste a falar para o mar.
lembras-te? José Agostinho Baptista Em Nome do Pai, Pequena Antologia do Pai na Poesia Portuguesa, p. 85.
sexta-feira, 9 de março de 2012
Vamos ouvir uma história...pela voz de Teresa Guimarães
No dia 8 de março, a magia dos pozinhos mágicos espalhou-se pelo auditório da Fundação onde a escritora de literatura infanto-juvenil Teresa Guimarães apresentou um dos seus livros A Floresta de perlimpimpim.
Meninos das escolas do 1º ciclo do Agrupamento Vertical de Lordelo ouviram e participaram nas aventuras dos animais da floresta para fugirem à perseguição dos caçadores.
Lida expressivamente pela autora e complementada pelo visionamento das ilustrações de Anabela Dias, a história encantou as crianças presentes.
No final da sessão, a Biblioteca ofereceu, a cada escola presente, um exemplar de A Floresta de perlimpimpim autografado pela autora.