CATÁLOGO ONLINE
quinta-feira, 3 de maio de 2012
Histórias de Encantar | Maio
Terças | 10h30
HISTÓRIAS DE ENCANTAR
08 | Tal Pai, Tal Filho | Expresso + Novos
15 | Altos e Baixos | Nova Presença
22 | A Lebre e a Tartaruga | Edições ASA
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Histórias de Encantar
Teatro de Fantoches | Maio
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Teatro de Fantoches
Filme da Semana | Maio
Quartas e Sextas | 10h30
02 e 04 | Pigi e os seus amigos | 45 Min | M/4 Anos
09 e 11 | O Príncipe e o Pobre | 56 Min | M/4 Anos
16 e 18 | Mesa põe-te já | 30 Min | M/4 Anos
23 e 25 | Letras Mágicas | 40 Min. | M/4 anos
terça-feira, 24 de abril de 2012
DIA MUNDIAL DO LIVRO
A Biblioteca da Fundação A LORD assinala esta efeméride com a habitual sessão de entrega de Prémios de Mérito aos melhores alunos do Agrupamento de Escolas de Lordelo, no ano letivo 2010/2011.
Dê-nos o prazer da sua presença e aproveite para comprar livros com preços convidativos, na montra patente no átrio do Auditório.
Auditório I 28 de abril I 15h30m
25 de Abril
38 anos depois, Abril acontece de novo
“Esta é a madrugada que eu esperava
O dia inicial inteiro e limpo
Onde emergimos da noite e do silêncio
E livres habitamos a substância do tempo”
Sophia de Mello Breyner Andresen
O dia inicial inteiro e limpo
Onde emergimos da noite e do silêncio
E livres habitamos a substância do tempo”
Sophia de Mello Breyner Andresen
Para informação sobre a efeméride, consulte:
Centro de Documentação 25 de Abril da Universidade de CoimbraVisita à Biblioteca Municipal Almeida Garrett
No dia 18 de abril,em vésperas da celebração de mais um Dia Mundial do Livro, a Biblioteca da Fundação A LORD convidou os alunos do Curso Profissional de Animador Sociocultural, do Agrupamento de Escolas de Lordelo, para visitar uma casa dos livros emblemática da cidade do Porto: a Biblioteca Almeida Garrett.
Recebidos pela Dra. Verónica Magalhães, os jovens puderam visitar as salas de leitura e multimédia e conhecer o funcionamento da secção infanto-juvenil bem como dialogar sobre a dinamização de atividades como a Hora do Conto e o Teatro de Fantoches, informação pertinente para a sua área de formação.
A simpatia da Dra. Verónica e o ambiente acolhedor que nos envolveu fizeram esquecer o mau tempo do exterior que não colaborou na valorização dos magníficos jardins envolventes.
A Biblioteca da Fundação A LORD cumpriu, uma vez mais, o seu objetivo de promover a cultura junto dos habitantes de Lordelo, nomeadamente no apoio ao currículo escolar dos jovens estudantes da cidade.
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Visitas culturais
sexta-feira, 20 de abril de 2012
Bicentenário de Charles Dickens
“Cada fracasso ensina ao homem algo que ele precisava aprender.”
Charles Dickens
Charles John Huffam Dickens (Portsmouth, 7 de Fevereiro de 1812 — Gadshill, Rochester, 9 de Junho de 1870) foi o mais popular dos romancistas da era vitoriana e contribuiu para a introdução da crítica social (as suas obras descrevem os horrores de asilos, orfanatos, escolas e prisões) na literatura de ficção inglesa. A fama dos seus romances e contos pode ser comprovada pelo facto de todos os seus livros continuarem a ser editados. Entre os seus maiores clássicos destacam-se "Oliver Twist", "A Christmas Carol" e "David Copperfield".
Dickens era filho de John Dickens, um funcionário perdulário da armada, e de Elizabeth Barrow. Educado por sua mãe, tomou gosto pelos livros. Durante três anos frequentou uma escola particular. Contudo, o seu pai foi preso por dívidas e, ainda adolescente, Dickens teve que trabalhar numa empresa produtora de graxas para sapatos.
Alguns anos depois, a situação financeira da família melhorou, graças a uma herança recebida pelo pai. Mas sua mãe não permitiu que ele saísse logo da fábrica, o que fez com que Dickens não a perdoasse por isso. As más condições de trabalho da classe operária tornar-se-iam um dos temas recorrentes da sua obra.
Alguns anos depois, a situação financeira da família melhorou, graças a uma herança recebida pelo pai. Mas sua mãe não permitiu que ele saísse logo da fábrica, o que fez com que Dickens não a perdoasse por isso. As más condições de trabalho da classe operária tornar-se-iam um dos temas recorrentes da sua obra.
Em 1827, Dickens começou a trabalhar num cartório.
Em 1832, conseguiu um emprego como repórter no jornal "Morning Chronicle". Passou a publicar crónicas humorísticas sob o pseudónimo de Boz, reunidas mais tarde como "Esboços feitos por Boz". Com isso, Dickens ganhou espaço no jornal para apresentar os capítulos de "As Aventuras do Sr. Pickwick", que estabeleceu o seu nome como escritor.
A 2 de Abril de 1836, Dickens casou- se com Catherine Hogarth, com quem teve dez filhos. Dois anos depois, começou a divulgar, em folhetins semanais, "Oliver Twist" onde, pela primeira vez, apontava os males sociais da era vitoriana.
Em 1832, conseguiu um emprego como repórter no jornal "Morning Chronicle". Passou a publicar crónicas humorísticas sob o pseudónimo de Boz, reunidas mais tarde como "Esboços feitos por Boz". Com isso, Dickens ganhou espaço no jornal para apresentar os capítulos de "As Aventuras do Sr. Pickwick", que estabeleceu o seu nome como escritor.
A 2 de Abril de 1836, Dickens casou- se com Catherine Hogarth, com quem teve dez filhos. Dois anos depois, começou a divulgar, em folhetins semanais, "Oliver Twist" onde, pela primeira vez, apontava os males sociais da era vitoriana.
Em 1838, Dickens escreveu "Vida e Aventura de Nicholas Nickleby", e, depois, "Loja de Antiguidades" (1840), "Barnaby Rudge" (1841) e "Martin Chuzzlewitt" (1843/44.
Em 1843, publicou o seu mais famoso livro de Natal, "A Christmas Carol", ao qual se seguiriam outros, como "The Chimes" (1844), que escreveu durante uma viagem a Génova e "O Grilo da Lareira" (1845). Em 1849 publicou um de seus mais conhecidos romances, "David Copperfield", inspirado em grande parte, na sua própria vida. Aos poucos, a sua obra tornou-se mais crítica em relação às instituições inglesas: "Assim São Dombey e Filho" (1847), "A Casa Sombria" (1852) e "Tempos Difíceis".
Dickens separou-se da sua mulher em 1858. A causa da separação teria sido a atriz Ellen Ternan, que acompanhou o escritor até ao final dos seus dias.
Escreveu, ainda, "História de Duas Cidades" (1859), "Grandes Esperanças" (1861) e "Nosso Amigo Comum" (1864). Nos últimos anos de sua vida, iniciou o livro "O Mistério de Erwin Drood", mas morreu antes de concluí-lo.
O seu corpo foi sepultado na Abadia de Westminster.
Escritor do Mês | Abril 2012
Tomas Tranströmer, Prémio Nobel da Literatura de 2011, escreve sobre a morte, a história, a memória e é conhecido pelas suas metáforas. O maior poeta sueco vivo tem uma produção pequena, "não é prolixo", disse no final do anúncio o secretário da Academia, o historiador Peter Englund, embora esteja traduzido em várias línguas. Em Portugal, Tranströmer tem poemas publicados em duas antologias, uma delas chama-se "21 poetas suecos" (Vega,1987).
Tomas Tranströmer, 80 anos, psicólogo de formação, sofreu um AVC em 1990. Por isso perdeu as faculdades motoras e não consegue falar. Vive numa ilha e depois de ter ficado doente publicou três obras.
Sobre a obra de Tranströmer, o poeta e tradutor Vasco Graça Moura sublinhou “a grande força de utilização das imagens, com uma faceta um pouco surrealista”e “a grande força lírica e preocupação social” da sua poesia. Vasco Graça Moura traduziu vários poemas de Tranströmer, entre eles, um sobre Lisboa, “Alfama”, que se encontra na obra "21 poetas suecos".
É um poeta com "uma lírica e um imaginário originalíssimos, que em alguns pormenores, o aproxima dos surrealistas. A sua obra, iniciada em meados dos anos 50, parece ter raízes na poesia Modernista e Expressionista / Surrealista. É bem visível como, ao longo de décadas, ele tem vindo a apurar a linguagem poética com uma genialidade com que poucos são dotados". Em Tranströmer, os poemas "parecem suportados por uma estranha justaposição de forças primevas e contrárias; movimento e mudança, liberdade e controlo do discurso, natureza e influência humana, tudo isto faz parte das suas paisagens poéticas, que se localizam por vezes mais perto do pesadelo do que do sonho.
Mas, talvez, seja a luta entre a terra e o mar um dos seus temas preferidos, particularmente nos poemas que se referem ao Báltico ou às suas ilhas – e são muitos –, à lembrança dos lugares dos Verões da infância, numa tentativa nostálgica de reconstrução da memória.
Nos poemas de Tranströmer, as imagens poéticas abrem, por vezes, portas para estados psicológicos e para interpretações metafísicas, havendo uma espécie de 'ideia religiosa' que aflora em alguns versos.” (José Riço Direitinho,2011)
Mas, talvez, seja a luta entre a terra e o mar um dos seus temas preferidos, particularmente nos poemas que se referem ao Báltico ou às suas ilhas – e são muitos –, à lembrança dos lugares dos Verões da infância, numa tentativa nostálgica de reconstrução da memória.
Nos poemas de Tranströmer, as imagens poéticas abrem, por vezes, portas para estados psicológicos e para interpretações metafísicas, havendo uma espécie de 'ideia religiosa' que aflora em alguns versos.” (José Riço Direitinho,2011)
sexta-feira, 30 de março de 2012
O Leituras sugere.....
Para chegar a outro mundo,
A qualquer mundo,
Basta abrir uma porta
O limpa-palavras e outros poemas
Álvaro Magalhães
PARA TI que gostas de ler e fazes dos livros bons amigos e companheiros de viagem para outros mundos, a Biblioteca da Fundação A LORD abre-te a porta a um conjunto diversificado de títulos onde encontrarás, seguramente, aquele que vem mesmo ao encontro do teu gosto.
Para isso, dirige-te às nossas instalações provisórias, no edifício da Cooperativa/Fundação A Lord, e solicita um empréstimo domiciliário - o livro vai contigo, para tua casa, por um período de 15 dias.
PARA TI que gostas muito das novas tecnologias, que não dispensas algum tempo livre diante do computador mas que também aprecias ler, aqui vai uma sugestão para leitura integral de livros para quando não tiveres à mão, na tua estante, um livro com uma boa história.
E, agora, a nossa sugestão para o mês de abril:
«QUEM QUER A MADRUGADA»
Ilídio Sardoeira
Ilustrações de Manuel De Francesco
“Hoje trago comigo o Sol no bolso.”
Começa assim o primeiro conto desta coletânea. E, de facto, ler os contos aqui reunidos, faz-nos sentir o sol na alma e querer a madrugada porque “(...)o sol não sabe nascer sem que tu chegues. Todas as manhãs chama por mim e me pergunta:-Onde deixaste ontem a madrugada?(...)Seja onde for que ela more trá-la contigo. É urgente. Tenho de saltar pelo seu arco de lume para poder nascer. É o meu brinquedo e o meu ventre.”
Este livro, que inaugura uma coleção “Memória(s) de Elefante”, da editora Tinta por uma Linha, destinada a editar textos de autores portugueses que escreveram para a infância e juventude, desaparecidos e/ou pouco conhecidos, apresenta oito dos 30 contos que o amarantino Ilídio Sardoeira publicou no jornal O Comércio do Porto entre 1969 e 1976.
Boas férias e boas leituras!
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O Leituras sugere...(temas Infanto-Juvenis)
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