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segunda-feira, 1 de outubro de 2018

Coimbra: Visita ao património cultural da cidade dos estudantes

No dia 15 de setembro, realizou-se mais uma visita guiada organizada pela Biblioteca, este ano, ao património cultural de Coimbra.
Feita a entrada na cidade pela Rua da Sofia onde se encontram vários colégios e conventos quinhentistas, rumou-se à Alta da Coimbra para dar início à visita da Universidade.




Os participantes puderam apreciar a beleza artística e monumental do Pátio das Escolas, da Biblioteca Joanina e do antigo Paço Real onde se destacam a Sala de Armas, a Sala dos Capelos e a Sala do Exame Prévio. 


Depois, da varanda deste edifício, foi tempo de apreciar a bela vista panorâmica de Coimbra.


Deixando a Universidade em direção à baixa da cidade, teve início o passeio pelo centro histórico, com passagem pela Sé Velha, escadas do Quebra-Costas e Porta de Almedina.


Após uma pausa retemperadora para almoço, a tarde iniciou-se com a visita do Mosteiro de Santa Clara a Velha, fundado no século XIII, pelas freiras clarissas e cuja igreja foi consagrada, em 1330, pela Rainha Santa Isabel, padroeira de Coimbra. 


As inundações frequentes deste mosteiro, provocadas pelo rio Mondego, justificaram a transferência das clarissas para o Mosteiro de Santa Clara a Nova, erguido no século XVII. Foi este o último monumento visitado nesta jornada a Coimbra, miradouro privilegiado da cidade.


O Mosteiro impõe-se na paisagem da margem ocidental da cidade, onde se cultua, de forma muito intensa, a Rainha Santa Isabel. Na igreja, guarda-se, no retábulo da capela-mor, a urna de prata e cristal, do séc. XVII, onde é venerado o corpo daquela rainha de Portugal.







A terminar, a referência, sempre pertinente, à disponibilidade e ao profissionalismo do nosso guia, Daniel Afonso.


sexta-feira, 29 de setembro de 2017

Visita cultural

Visita ao Baixo Minho

Itinerário pelo património histórico de Guimarães e de Braga



No sábado, 16 de setembro, a Biblioteca da Fundação A LORD organizou mais uma visita cultural cujo objetivo foi conhecer o património histórico de Guimarães e de Braga.

Situado no Monte Latito, o Castelo de Guimarães está associado ao berço da nacionalidade pois, segundo a tradição, aí terá nascido Afonso Henriques.






Logo abaixo, situa-se a Capela de S. Miguel onde terá sido batizado o primeiro rei de Portugal.



Descendo a colina do castelo, surge, imponente, o Paço dos Duques de Bragança e, logo abaixo, a estátua do 1º rei de Portugal.



Percorrendo a Rua de Santa Maria, que liga a colina do castelo ao centro histórico, deparamo-nos com os atuais Paços do Concelho, instalados num antigo convento de Clarissas.


No coração do centro histórico, a Praça de Santiago destaca-se pelo seu traçado medieval.


Através das arcadas dos antigos Paços do Concelho medievais, acede-se à Praça da Oliveira. Um alpendre gótico com calvário e a Igreja de Nª Senhora da Oliveira são monumentos a relevar.



Antes da saída para Braga, uma última e bela imagem de Guimarães.

Na cidade de Braga, a nossa visita teve início no Santuário do Bom Jesus do Monte, situado no Monte Espinho. Do santuário fazem parte o escadório barroco e as capelas e passos da Via Sacra, bem como a Basílica neoclássica. A subida fez-se no funicular, inaugurado em 1882 e movido por um sistema de contrapeso de água.






No coração da cidade, passagem pela Avenida Central onde se destacam a Igreja dos Congregados e o Edifício Arcada e entrada na Rua do Souto, movimentada artéria comercial que conduz ao núcleo medieval da urbe bracarense.


Uma paragem obrigatória: o belíssimo Jardim de Santa Bárbara, um jardim público municipal, junto à ala medieval do antigo Paço Episcopal Bracarense. 


O nosso percurso terminou na Sé Catedral, cuja construção foi iniciada no final do século XI.




 A despedida e saída fez-se pelo Arco da Porta Nova, que é provavelmente uma das edificações mais icónicas da cidade, não só pelo que representa em termos arquitetónicos e urbanísticos, mas também porque será a este arco que Braga deve a expressão que costumamos ouvir quando alguém deixa uma porta aberta: “És de Braga?”


A terminar, impõe-se uma nota de apreço pela amável disponibilidade do nosso guia, Daniel Afonso, bem como pela pertinente informação transmitida num discurso claro, preciso e objetivo.

sexta-feira, 30 de setembro de 2016

Visita cultural

Alto Douro Vinhateiro

Visita à paisagem cultural do vale do Douro



No dia 17 de setembro, a Biblioteca da Fundação A LORD organizou uma visita ao Alto Douro Vinhateiro, paisagem cultural classificada, em 2001, como património da Humanidade, pela UNESCO.
A entrada nesta região fez-se por Mesão Frio, pequeno município vinhateiro onde uma pausa na viagem permitiu saborear uvas e figos da terra e admirar a paisagem.





Peso da Régua, o mais importante entreposto económico, fluvial e ferroviário da região foi o destino seguinte. Um cruzeiro no Douro, a bordo da lancha Santa Marta, permitiu contemplar a paisagem dominada pelas quintas vinhateiras, num percurso que se estendeu até às Caldas de Moledo, antiga estância termal de águas sódicas e sulfurosas.



O Miradouro de S. Leonardo de Galafura, situado a 630m acima do nível do mar, proporcionou uma das melhores vistas sobre o rio Douro e ofereceu local aprazível para o almoço. Uma pequena ermida testemunha a passagem de Miguel Torga por estas paragens que lhe serviram de inspiração.




No Pinhão, pequena povoação cujo casario se dispõe entre os rios Douro e Pinhão, mereceu visita a estação ferroviária cujos painéis de azulejos da autoria de J. Oliveira e executados na fábrica Aleluia, em Aveiro, representam os diferentes momentos da produção do vinho da região.


Continuando viagem pelo coração do Alto Douro Vinhateiro, este percurso concluiu-se com a visita à Quinta de Marrocos, na posse da família Sequeira desde o início do séc.XX. O proprietário explicou os diferentes momentos do processo de produção vinícola, desde a cultura dos terrenos ao estágio nas adegas, passando pelas vindimas, e facultou a degustação do tão afamado vinho do Porto.


Um dia e uma visita que ficarão, por certo, na memória de todos os participantes.